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	<title>Fundação Cantares de Salomão</title>
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	<description>Igreja Evangélica Assembléia de Deus</description>
	<lastBuildDate>Sat, 12 Nov 2011 16:43:46 +0000</lastBuildDate>
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		<item>
		<title>As melhores e piores instituições de ensino superior do Brasil</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/as-melhores-e-piores-instituicoes-de-ensino-superior-do-brasil/</link>
		<comments>http://www.fcs.org.br/as-melhores-e-piores-instituicoes-de-ensino-superior-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 16:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista revela escolas de ensino em que os alunos mostraram bom (ou pífio) desempenho no ENADE. São Paulo – Quando apenas a nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) entra em cena, universidades brasileiras desconhecidas do grande público sobem para as melhores colocações. É o que revela levantamento feito pelo economista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lista revela escolas de ensino em que os alunos mostraram bom (ou pífio) desempenho no ENADE.</p>
<p>São Paulo – Quando apenas a nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) entra em cena, universidades brasileiras desconhecidas do grande público sobem para as melhores colocações. É o que revela levantamento feito pelo economista Claudio de Moura Castro, Aldo Giuntini e Luciana Lima com base nos dados do Ministério da Educação (<strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/letra/m" target="_blank">MEC</a></strong>).</p>
<p>Para se ter uma ideia, a Faculdade Arquidiocesana de Mariana, em Minas Gerais, é a instituição campeã de acordo com novo ranking presente no artigo “Avaliação no ensino superior: acertos e derrapagens”.</p>
<p>Diferentemente do MEC que avalia a qualidade através do Índice Geral de Cursos (IGC), entre outros critérios, como a a opinião dos alunos sobre a faculdade, o estudo coordenado pelo economista Claudio de Moura Castro chega a um ranking em que o desempenho na sala de aula – as notas do ENADE- é o principal critério.</p>
<p>Para chegar aos 100 nomes que compõem a lista, Castro e equipe calcularam a média aritmética de todas as notas de estudantes de uma mesma instituição.</p>
<p>Como os dados utilizados para a análise foram as notas do ENADE, que dependendo da área de conhecimento só acontece uma vez a cada quatro anos, o ranking não inclui as 2.377 unidades de ensino superior do país (número de 2010). Apenas 1.682 participam da pesquisa.</p>
<p>Curiosamente, 65% das melhores instituições, segundo esse critério, são privadas. Detalhe, muitas são afastadas dos grandes centros. Por outro lado, entre as 100 piores, a participação de faculdades públicas é bem menor.</p>
<p>Para Castro, que coordenou o estudo, o estudante deve buscar uma instituição que esteja bem posicionada em rankings, mas este não deve ser o único critério. “Um indicador muito importante é a nota do ENADE do curso, é decisivo na hora da escolha”, explica.</p>
<p>Confira nas páginas seguintes as 100 melhores e piores instituições de acordo com o estudo:</p>
<p><strong>As 100 melhores</strong></p>
<table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Ranking</strong></td>
<td><strong>Instituição de Ensino Superior</strong></td>
<td><strong>Estado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE MARIANA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PELOTAS</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>FACULDADE JESUÍTA DE FILOSOFIA E TEOLOGIA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>FACULDADE DA REGIÃO SERRANA</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>FACULDADE PALOTINA</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SERGIPE</td>
<td>SE</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>INSTITUTO FILOSÓFICO TEOLÓGICO NOSSA SENHORA IMACULADA RAINHA DO SERTÃO</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE CONCÓRDIA</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE QUÍMICA DE NILÓPOLIS</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>FACULDADE CATÓLICA DE POUSO ALEGRE</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>FACULDADE DO MARANHÃO</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CENECISTA DE FARROUPILHA</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO VERA CRUZ</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA CENTEC &#8211; LIMOEIRO DO NORTE</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI BLUMENAU</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA TECMED</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>FACULDADE PADRE JOÃO BAGOZZI</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>26</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI FLORIANÓPOLIS</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>INSTITUTO A VEZ DO MESTRE</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>ESCOLA DE NEGÓCIOS DO ESTADO DA BAHIA &#8211; ENEB</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>29</td>
<td>FACULDADE CEARENSE</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>30</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>30</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTO ANTÔNIO</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>30</td>
<td>FACULDADE DE MAUÁ &#8211; FAMA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>33</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA TERMOMECÂNICA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>34</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>34</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO IBERO-AMERICANO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>36</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE FILOSOFIA BERTHIER</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>37</td>
<td>ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE UBERLÂNDIA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>37</td>
<td>FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>37</td>
<td>FACULDADE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE TIMBAÚBA</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>37</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA JARAGUAENSE</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>41</td>
<td>FACULDADE GUAIRAÇÁ</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>42</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PERNAMBUCO</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>43</td>
<td>FACULDADE DE AGRONOMIA E ENGENHARIA FLORESTAL DE GARÇA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>44</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>44</td>
<td>INSTITUTO CENECISTA DE ENSINO SUPERIOR DE SANTO ÂNGELO</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>44</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI JARAGUÁ DO SUL</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>47</td>
<td>UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>48</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>49</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO AMAZONAS</td>
<td>AM</td>
</tr>
<tr>
<td>49</td>
<td>FACULDADE CENECISTA DE CAMPO LARGO</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>51</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA CENTEC &#8211; SOBRAL</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>51</td>
<td>INSTITUTO CATUAI DE ENSINO SUPERIOR</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>51</td>
<td>FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>54</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>55</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>55</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>55</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE EXTREMA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>58</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>58</td>
<td>FACULDADE CATÓLICA DE ANÁPOLIS</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>60</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>61</td>
<td>FACULDADE FORTIUM</td>
<td>DF</td>
</tr>
<tr>
<td>62</td>
<td>FACULDADES ATIBAIA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>62</td>
<td>FACULDADE SANTA FÉ</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td>62</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE ALAGOAS</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS OLGA METTIG</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA LUIZ ADELAR SCHEUER</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>65</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA CENTEC &#8211; CARIRI</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>70</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>70</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI SÃO JOSÉ</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>72</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>72</td>
<td>CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA</td>
<td>PB</td>
</tr>
<tr>
<td>72</td>
<td>FACULDADE SÃO BENTO DO RIO DE JANEIRO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>72</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA PENTÁGONO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>76</td>
<td>FACULDADE DE FILOSOFIA SANTA DOROTEIA</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>76</td>
<td>FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>78</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>78</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE GUARATUBA</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>80</td>
<td>FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VICOSA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>80</td>
<td>UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>80</td>
<td>ESCOLA DA CIDADE &#8211; FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>80</td>
<td>FACULDADE DE SÃO VICENTE</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBA &#8211; UNIFEI</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>FACULDADE DO SERTÃO</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>FACULDADE DE SÃO BENTO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>FIAM-FAAM &#8211; CENTRO UNIVERSITÁRIO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE BAURU</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>84</td>
<td>FACULDADE DE SERTÃOZINHO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>FACULDADE SANTA RITA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>FACULDADE SANTA RITA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CARANGOLA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE CLÁUDIO</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>FACULDADE UNIME DE EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>90</td>
<td>FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>FACULDADE ALFA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>FACULDADE DE CIENCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>FACULDADE SALESIANA DE VITÓRIA</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>97</td>
<td>FACULDADE DE ITAPOLIS &#8211; FACITA</td>
<td>SP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>As 100 piores</strong></p>
<table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Ranking</strong></td>
<td><strong>Instituição de Ensino Superior</strong></td>
<td><strong>Estado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1041</td>
<td>FACULDADE RUY BARBOSA DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1041</td>
<td>FACULDADE PRESBITERIANA GAMMON</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1041</td>
<td>FACULDADE DE FORMACAO DE PROFESSORES DE GOIANA</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1044</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1044</td>
<td>INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES DA AMAZONIA</td>
<td>PA</td>
</tr>
<tr>
<td>1044</td>
<td>ESCOLA DE ENGENHARIA KENNEDY</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1047</td>
<td>FACULDADE BARDDAL</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1047</td>
<td>FACULDADE DE VINHEDO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1049</td>
<td>FACULDADE INTERAMERICANA DE PORTO VELHO</td>
<td>RO</td>
</tr>
<tr>
<td>1050</td>
<td>UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1050</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE FEIRA DE SANTANA</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1050</td>
<td>FACULDADES UNIFICADAS DOCTUM DE TEÓFILO OTONI</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1050</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA OBJETIVO</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>1054</td>
<td>FACULDADE SANTA MARIA</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1054</td>
<td>FACULDADE SANTA MARIA</td>
<td>PB</td>
</tr>
<tr>
<td>1054</td>
<td>ESCOLA DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1057</td>
<td>FACULDADES UNIFICADAS DOCTUM DE CATAGUASES</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1058</td>
<td>ESCOLA SUPERIOR DE CRICIÚMA &#8211; ESUCRI</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1058</td>
<td>FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>1060</td>
<td>FACULDADE DAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS DE TERESINA</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>1061</td>
<td>FACULDADE DE ALAGOAS</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>1061</td>
<td>FACULDADE VALE DO APORE</td>
<td>MS</td>
</tr>
<tr>
<td>1063</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE ALAGOAS</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>1064</td>
<td>FACULDADE DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA DA FUNDAÇÃO ÁLVARES PENTEADO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1064</td>
<td>FACULDADE ITABIRANA DE DESENVOLVIMENTO DAS CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1064</td>
<td>FACULDADE PAULISTA DE ADMINISTRACAO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE HORTOLÂNDIA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1067</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1067</td>
<td>FACULDADE DE INFORMÁTICA DE PASSOS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1067</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>1070</td>
<td>FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>1070</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO DA BAHIA</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1072</td>
<td>FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1072</td>
<td>FACULDADE VITÓRIANA DE TECNOLOGIA</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>1072</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONOMICAS, ADMINISTRATIVAS E DA COMPUTAÇÃO DOM BOSCO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>1075</td>
<td>CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO &#8211; FAE</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1075</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA DE OURINHOS</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1075</td>
<td>FACULDADE SUL-AMERICANA</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>1078</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1078</td>
<td>FACULDADE LUIZ EDUARDO MAGALHAES</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1080</td>
<td>FACULDADE NATALENSE PARA O DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO NORTE</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>1080</td>
<td>FACULDADE DE MINAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1080</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE BIRIGUI</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1083</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS DE CARATINGA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1083</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS DE RONDONÓPOLIS</td>
<td>MT</td>
</tr>
<tr>
<td>1085</td>
<td>FACULDADE MERCÚRIO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>1085</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E CONTÁBEIS SANTA LUCIA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1085</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE JEQUIE</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1088</td>
<td>FACULDADE PROFESSOR MIGUEL ÂNGELO DA SILVA SANTOS</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>1089</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE OSASCO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1089</td>
<td>FACULDADE DE NEGÓCIOS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO</td>
<td>DF</td>
</tr>
<tr>
<td>1089</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS DE VITÓRIA DA CONQUISTA</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1092</td>
<td>FACULDADE ORIGENES LESSA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1093</td>
<td>FACULDADE CENECISTA DE JOINVILLE &#8211; FACE</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1093</td>
<td>FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1093</td>
<td>FACULDADE KENNEDY</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1096</td>
<td>FACULDADE METROPOLITANA DE BLUMENAU</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1096</td>
<td>FACULDADE COMUNITARIA DE CAMPINAS</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1098</td>
<td>FACULDADE DO SUL DE MATO GROSSO</td>
<td>MT</td>
</tr>
<tr>
<td>1099</td>
<td>FACULDADE EXPONENCIAL</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1099</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR THATHI</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1099</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DE UNIÃO DA VITÓRIA</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1102</td>
<td>FACULDADE PILARES</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1103</td>
<td>FACULDADE CENECISTA ILHA DO GOVERNADOR</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>1104</td>
<td>FACULDADE EDUCACIONAL DE DOIS VIZINHOS</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1105</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>1106</td>
<td>INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE ITUIUTABA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1107</td>
<td>FACULDADE DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>1108</td>
<td>FACULDADE ALVORADA DE INFORMÁTICA E PROCESSAMENTO DE DADOS</td>
<td>DF</td>
</tr>
<tr>
<td>1109</td>
<td>INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1110</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE ITAPETININGA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1111</td>
<td>FACULDADE IGUAÇU</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1112</td>
<td>FACULDADE DO VALE DO ITAJAI MIRIM</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1112</td>
<td>FACULDADE ENIAC</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1114</td>
<td>FACULDADE DE TECNOLOGIA DO PIAUÍ</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>1115</td>
<td>FACULDADE DE ECONOMIA E PROCESSAMENTO DE DADOS DE FOZ DO IGUAÇU</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1115</td>
<td>FACULDADE BRASILIA DE SÃO PAULO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1117</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS DO OESTE DE MINAS</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1118</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1119</td>
<td>FACULDADE CENECISTA DE VARGINHA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1119</td>
<td>FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DO CENTRO DO PARANÁ</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1119</td>
<td>FACULDADE HÉLIO ROCHA</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>1122</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS E SOCIAIS DE PETROLINA</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1122</td>
<td>FACULDADE EDUCACIONAL DE PONTA GROSSA</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>1122</td>
<td>FACULDADES UNIFICADAS DOCTUM DE GUARAPARI</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>1125</td>
<td>INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA</td>
<td>RO</td>
</tr>
<tr>
<td>1126</td>
<td>FACULDADE PARAÍSO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>1127</td>
<td>FACULDADE DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DE PARAÍSO DO TOCANTINS</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>1128</td>
<td>FACULDADE DE JAGUARIUNA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1128</td>
<td>FACULDADE DOS GUARARAPES</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1128</td>
<td>INSTITUTO MUNICIPAL DE ENSINO SUPERIOR DE ASSIS</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1131</td>
<td>FACULDADE ATENEU</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>1132</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E GERENCIAIS DE GARÇA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1133</td>
<td>FACULDADE DE INFORMÁTICA</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>1133</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E HUMANAS DA CAMPANHA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1135</td>
<td>FACULDADES INTEGRADAS FACVEST</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>1136</td>
<td>FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E GERENCIAIS DE OLIVEIRA</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1137</td>
<td>FACULDADE UBAENSE OZANAM COELHO</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>1138</td>
<td>FACULDADE LOURENÇO FILHO</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>1139</td>
<td>FACULDADES DA FUNDAÇÃO DE ENSINO DE MOCOCA</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>1140</td>
<td>FACULDADE DO ESPÍRITO SANTO</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>1141</td>
<td>FACULDADE ZACARIAS DE GOÉS</td>
<td>BA</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Camila Lam, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></p>
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		<item>
		<title>O  Curso de Administração é o maior em número de estudantes no país</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 16:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o Ministério da Educação, há 705.690 estudantes de cursos superiores de administração no Brasil. Amanda Cieglinski, da Brasília – Dados do Censo da Educação Superior de 2010, divulgados nesta semana pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que o curso de administração é o que tem maior número de estudantes no país: 705.690. Na lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Ministério da Educação, há 705.690 estudantes de cursos superiores de administração no Brasil.</p>
<p style="text-align: right;">Amanda Cieglinski, da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="blank"><img src="http://exame.abril.com.br/assets/sources/8/content_agencia-brasil.png?1305660092" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Brasília – Dados do Censo da <a href="http://exame.abril.com.br/topicos/educacao" target="_blank"><strong>Educação</strong></a> Superior de 2010, divulgados nesta semana pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que o curso de administração é o que tem maior número de estudantes no país: 705.690. Na lista das graduações mais populares, aparecem, na sequência, direito (694 mil), pedagogia (297 mil), enfermagem (244,5 mil) e ciências contábeis (244,2 mil). Os números referem-se apenas às matrículas dos cursos presenciais, que totalizam 3,1 milhões de estudantes.</p>
<p>Para o secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, não é positivo que haja concentração da formação em áreas específicas. “Isso não é bom para o desenvolvimento do país, nem vantajoso do ponto de vista social e econômico. Temos que continuar trabalhando por meio de mecanismos de oferta que incentivem a criação de novos cursos e permitam ao aluno ter melhor visualização das vagas disponíveis”, explica o secretário. Ele cita como exemplo o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ferramenta criada pelo MEC em 2009, que reúne vagas oferecidas por diferentes instituições públicas de ensino superior e permite ao aluno pleitear uma delas utilizando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).</p>
<p>Em 2010, foram oferecidos 3,1 milhões de vagas pelas instituições públicas e privadas em cursos presenciais e o dobro de estudantes se inscreveu nos processos seletivos em busca de uma delas. Entre os cursos com maior procura, o campeão foi direito: 632 mil candidatos para disputar uma das 218 mil vagas ofertadas. Em segundo lugar vem administração, com 617 mil inscritos, seguido por medicina, com 542 mil, pedagogia, com 268 mil, e enfermagem, com 257 mil.</p>
<p>Segundo Costa, houve um incremento de 45% no número de alunos que ingressaram nos cursos de engenharia – área considerada estratégica pelo governo e que sofre com a falta de mão de obra qualificada. “Pode não haver vaga no mercado de trabalho para tanto administrador que está se formando e, ao mesmo tempo, o Brasil precisa de outras carreiras”, pondera o secretário.</p>
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		<title>A Educação com o orçamento cinco vezes maior, melhora oferta de vagas e rendimento dos alunos</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 16:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última década, investimentos do País com educação passaram de 10,5% para 17,4% do orçamento público total/Foto: Wanderley Pessoa/MEC Sinopse do MEC reúne dados de investimento, expansão da rede federal e resultados das provas nacionais Com orçamento que chega a R$ 75 bilhões neste ano, o Ministério da Educação (MEC) apresentou os resultados de suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td>Na última década, investimentos do País com educação passaram de 10,5% para 17,4% do orçamento público total/Foto: Wanderley Pessoa/MEC Sinopse do MEC reúne dados de investimento, expansão da rede federal e resultados das provas nacionais</p>
<p>Com orçamento que chega a R$ 75 bilhões neste ano, o Ministério da Educação (MEC) apresentou os resultados de suas políticas públicas na Sinopse de Ações , publicada no início deste mês. O estudo reúne os resultados de provas nacionais, como os dez pontos a mais na média dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) –em 2010, e outros indicadores, como a ampliação na oferta de vagas na rede federal de ensino profissional e nas universidades.</p>
<p>O estudo mostra o impacto de mudanças institucionais, a exemplo da criação do piso nacional de salários e da criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) – em 2007.</p>
<p>Reconhecimento &#8211; O Brasil foi um dos países que mais cresceram na área educacional, de acordo com o estudo Education at a glance 2011, da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento (OCDE).</p>
<p>Na última década, os investimentos do País com educação passaram de 10,5% para 17,4% do orçamento público total, terceira maior proporção entre os países da organização. O estudo aponta que o Brasil é o país que mais aumentou o recurso com a educação básica. O investimento por estudante, da pré-escola ao nono ano (oitava série), aumentou em 121% entre 2000 e 2008.</p>
<p>Para a OCDE, esse investimento explica o fato da educação brasileira ter evoluído 33 pontos nos exames do Pisa, realizados entre 2000 e 2009. Foi superado apenas pelo Chile (37 pontos) e por Luxemburgo (38). Em 2000, a média brasileira era de 368 pontos, contra 401, em 2009. Na tabela geral, o Brasil está na 53ª posição, depois de superar Argentina e Colômbia, entre os latino-americanos. Ficou 19 pontos atrás do México (49º), 26 do Uruguai (47º) e 38 atrás do Chile (45º).</p>
<p>No resultado geral do Pisa de 2009, o Brasil cresceu, sobretudo, em matemática &#8211; de 334 pontos em 2000, para 386 em 2009. Em ciências, foi de 375 a 405. Em leitura, de 396 a 412. Com esses resultados, aparece entre os três países que mais evoluíram em educação na década.</p>
<p>Pisa &#8211; O Pisa é um programa de avaliação comparada, aplicado a estudantes da sétima série em diante, na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países. O objetivo principal é produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da educação ministrada nos países participantes, de modo a subsidiar políticas de melhoria da educação básica.</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte: Portal Secom</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Taxa de sobrevivência de empresas aumenta em MT e no país</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/taxa-de-sobrevivencia-de-empresas-aumenta-em-mt-e-no-pais/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 12:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 65%, Mato Grosso cresce 1,5 ponto percentual e está entre 20 Estados onde o índice de sobrevivência das empresas melhorou; já a média brasileira (73%) subiu 1,2 ponto percentual Cuiabá &#8211; A taxa de sobrevivência das empresas aumentou 1,5 ponto percentual em Mato Grosso e, conforme estudo realizado pelo Sebrae Nacional, de cada 100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 65%, Mato Grosso cresce 1,5 ponto percentual e está entre 20<br />
Estados onde o índice de sobrevivência das empresas melhorou; já a<br />
média brasileira (73%) subiu 1,2 ponto percentual</p>
<p>Cuiabá &#8211; A taxa de sobrevivência das empresas aumentou 1,5 ponto<br />
percentual em Mato Grosso e, conforme estudo realizado pelo Sebrae<br />
Nacional, de cada 100 empresas constituídas no Estado, já são 65 que<br />
mantêm as portas abertas após os dois anos de atividade. Com essa<br />
evolução, Mato Grosso está entre os 20 Estados brasileiros onde o<br />
índice de sobrevivência das empresas melhorou.</p>
<p>Na comparação com países do chamado primeiro mundo, o Brasil e o<br />
Estado tiveram bom desempenho. Com 65%, Mato Grosso fica em posição<br />
superior no ranking a países como Finlândia (63%), Eslováquia (62%),<br />
Nova Zelândia (57%), Hungria (56%) e Holanda (50%). Já no Brasil, o<br />
índice de 73,1% de sobrevivência das micro e pequenas empresas (que<br />
antes era de 71,9%) é superior ao de nações como Espanha (69%) e<br />
Itália (68%) e bastante próximo ao do Canadá (74%).</p>
<p>Para a técnica do Sebrae, Rosana Guimarães do Santos Rocha, “os<br />
empreendedores estão percebendo cada vez mais a importância do<br />
planejamento, atentos para não misturar finanças pessoais com as da<br />
empresa, dispostos a investir em sustentabilidade e buscando inovação<br />
tanto de gestão quanto tecnológica para aumentar a competitividade do<br />
negócio”. “Já vai longe o tempo onde quem se destacava no mercado era<br />
quem tinha intuição”, observa Rosana Rocha.</p>
<p>Segmentos</p>
<p>Embora seja o segmento com menor índice de sobrevivência no Estado<br />
(56,4%) e no país (66,2%), em Mato Grosso a Construção Civil obteve o<br />
maior avanço (subiu 4,3 pontos percentuais) saltando de 52,1% em 2005<br />
para 56,4% em 2006; na sequência, vem o Comércio que saiu de 63,4%<br />
para 66,3% (aumento de 2,9 pontos percentuais) e a Indústria (cresceu<br />
2,8 pontos percentuais), ao sair de 65,2% para 68%. Já no setor de<br />
Serviços, a taxa de sobrevivência experimentou leve retração (-1,3<br />
pontos percentuais); em 2005, era de 64,4% e em 2006, cai para 63,1%.</p>
<p>O setor onde houve maior crescimento na taxa de sobrevivência no<br />
Estado é a Indústria, seguido pelo Comércio com 66,3% e serviços, com<br />
63,1%. Os dados constam do estudo sobre Taxa de Sobrevivência das<br />
Empresas no Brasil, lançado nesta quinta-feira (20) em São Paulo pelo<br />
Sebrae Nacional com transmissão ao vivo pela internet para todo o<br />
país. Esta edição do estudo traz novidade em sua metodologia, que<br />
deixa de utilizar pesquisas de campo e passa a empregar a base de<br />
dados da Receita Federal.</p>
<p>Segundo o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a mudança irá<br />
possibilitar a divulgação anual do índice, dando início a uma série<br />
histórica, ao mesmo tempo em que traz uma radiografia dos estados.<br />
“Estamos falando agora de um censo integral, com cerca de 500 mil<br />
empresas”, disse. Para Barretto, esse resultado positivo é reflexo de<br />
aspectos como “aumento da escolaridade, nova classe média e melhora do<br />
ambiente legal no país.</p>
<p>Autora: Lana Motta</p>
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		<item>
		<title>Governo pressiona setor privado para bancar bolsa de estudo</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/governo-pressiona-setor-privado-para-bancar-bolsa-de-estudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 11:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a ajuda dos secretários-executivos dos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) intensificou nas últimas semanas os esforços para conseguir a adesão do empresariado ao programa Ciência Sem Fronteiras. A ordem é da presidente Dilma Rousseff, que pretende marcar sua gestão com avanços na educação e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td>Com a ajuda dos secretários-executivos dos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) intensificou nas últimas semanas os esforços para conseguir a adesão do empresariado ao programa Ciência Sem Fronteiras. A ordem é da presidente Dilma Rousseff, que pretende marcar sua gestão com avanços na educação e no crescimento da oferta de mão de obra qualificada. O programa foi montado para ter adesão privada, mas ela está demorando.</p>
<p>A pressão sobre alguns setores, como os bancos, conta com a participação da própria presidente. A iniciativa privada, no entanto, ainda tem dúvidas quanto aos valores das bolsas que serão oferecidas no exterior aos estudantes de graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado e pesquisadores.</p>
<p>O programa Ciência Sem Fronteiras tem como objetivo levar 100 mil bolsistas brasileiros às principais universidades do mundo até o fim de 2014 para estudar em cursos considerados estratégicos para o desenvolvimento brasileiro. O governo oferecerá 75 mil bolsas por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e quer que a iniciativa privada financie as outras 25 mil.</p>
<p>A presidente está envolvida pessoalmente na mobilização. Em viagens internacionais e contatos com autoridades estrangeiras, tem passado o recado de que gostaria de ver os bolsistas brasileiros nas universidades dos países de seus interlocutores. Dilma também já cobrou o apoio do empresariado publicamente. Em julho, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o principal alvo foi a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).</p>
<p>&#8220;Espero contar com a participação de todos&#8221;, disse a presidente na ocasião. &#8220;É um desafio para o setor privado, especialmente para a Febraban. Viu, Murilo Portugal [presidente da entidade]? Falo no Murilo Portugal, porque ele já esteve na Secretaria do Tesouro e sabe perfeitamente o que representa, para um país como o Brasil, destinar R$ 3,1 bilhões para este programa. Acho importante a participação do setor privado&#8221;, afirmou Dilma.</p>
<p>Ao lado de outras associações setoriais e empresas, a Febraban é uma das entidades na mira da Casa Civil. Portugal já participou de reuniões com a ministra Gleisi. Também já foram procurados representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), da Eletrobras e da Vale.</p>
<p>&#8220;O desenvolvimento de recursos humanos é uma das grandes prioridades, se não a grande prioridade, que temos na Abdib. É o grande desafio da área de infraestrutura&#8221;, disse o vice-presidente-executivo da entidade, Ralph Lima Terra, que esteve no Palácio do Planalto para debater o assunto. &#8220;Isso é fundamental para o desenvolvimento do país.&#8221;</p>
<p>O diretor de operações do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Gustavo Leal Sales Filho, afirmou que a CNI deve começar até o fim do ano um &#8220;road show&#8221; pelos Estados para tentar mobilizar os empresários. As duas entidades querem financiar o estudo de engenheiros que já trabalham no setor produtivo, e precisam de especialização, e também de recém-formados, que poderão ser aproveitados pelas empresas ao retornarem do exterior. &#8220;Essa é uma questão crucial para o país&#8221;, afirmou Sales Filho. Segundo ele, o setor industrial poderá custear até 10 mil bolsas.</p>
<p>O diretor de relações internacionais da Capes, Márcio de Castro Silva Filho, conta que o programa Ciência Sem Fronteiras surgiu depois da visita do presidente americano Barack Obama a Brasília. Segundo ele, Obama perguntou à presidente brasileira por que não há muitos brasileiros estudando nos EUA, se atualmente existem 130 mil chineses e 120 mil indianos nas universidades americanas.</p>
<p>&#8220;Agora, os próprios alunos pressionam as universidades para criar comitês de seleção. E os pró-reitores viram a importância da internacionalização das universidades&#8221;, afirmou Silva Filho. Segundo ele, os primeiros estudantes beneficiados serão enviados a universidades dos EUA e a segunda etapa do programa também envolverá universidades da Alemanha, França e Reino Unido.</p>
<p>As metas da Capes e do CNPq já foram definidas. Subordinada ao Ministério da Educação, a Capes deve ofertar 3,4 mil bolsas do Ciência Sem Fronteiras neste ano. A previsão para 2012, 2013 e 2014 é de, respectivamente, 10,2 mil, 12,2 mil e 14, 2 mil bolsas.</p>
<p>O CNPq, órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, oferecerá 3.890 bolsas neste ano, 6.140 em 2012, 10.230 em 2013 e 14.740 bolsas no último ano do governo da presidente Dilma. &#8220;Vamos atingir certamente esses números, sem comprometer outros programas&#8221;, disse o diretor da Capes.</p>
<p>As áreas contempladas pelo programa são engenharia, matemática, ciências biomédicas e da saúde, química, biologia, geociências, computação e tecnologia da informação, tecnologia aeroespacial, farmacologia, agronomia, produção de petróleo, gás, carvão e energias renováveis, biotecnologia, nanotecnologia, tecnologias de prevenção e mitigação de desastres naturais, biologia e ciências do mar.</td>
</tr>
<tr>
<td>Por Fernando Exman &#8211; De Brasília</p>
<p>Fonte: Jornal Valor Econômico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>EDITAL DE CONVOCAÇÃO &#8211; Fundação Cantares de Salomão &#8211; SINOP &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/edital-de-convocacao-fundacao-cantares-de-salomao-sinop-2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 11:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[FUNDAÇÃO CANTARES DE SALOMÃO Av. Historiador Rubens de Mendonça, nº 3.500, Grande Templo, Cuiabá, Mato Grosso.EDITAL DE CONVOCAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO CURADOR, CONSELHO CONSULTIVO, CONSELHO DE PROGRAMAÇÃO PEDAGÓGICA, DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO CANTARES SALOMÃO, MEMBROS DA MESA DIRETORA DA CONVENÇÃO DOS MINISTROS DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO ESTADO DE MATO GROSSO – COMADEMAT, MEMBROS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FUNDAÇÃO CANTARES DE SALOMÃO<br />
</strong><strong>Av. Historiador Rubens de Mendonça, nº 3.500, Grande Templo, Cuiabá, Mato Grosso.</strong><strong>EDITAL DE CONVOCAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO CURADOR, CONSELHO CONSULTIVO, CONSELHO DE PROGRAMAÇÃO PEDAGÓGICA, DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO CANTARES SALOMÃO, MEMBROS DA MESA DIRETORA DA CONVENÇÃO DOS MINISTROS DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO ESTADO DE MATO GROSSO – COMADEMAT, MEMBROS DA DIRETORIA GERAL DAS FACULDADES EVANGÉLICAS INTEGRADAS CANTARES DE SALOMÃO, MEMBROS DA COORDENAÇÃO DA RÁDIO EVANGÉLICA EDUCATIVA “O NAZARENO”.</strong>O Presidente do Conselho Curador da Fundação Cantares de Salomão, no uso das atribuições estatutárias (art. 12), que lhe confere a Escritura de Constituição da Fundação, convoca todos os Membros do Conselho Curador, Conselho Consultivo, Conselho de Programação Pedagógica, Diretoria Executiva da Fundação Cantares Salomão, membros da mesa Diretora da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de Mato Grosso – COMADEMAT, membros da Diretoria Geral das Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão, membros da Coordenação da Emissora de Rádio Evangélica Educativa “O Nazareno”, para participarem da Reunião Ordinária, a realizar-se no dia 07 de novembro de 2011, às 9hs, em primeira convocação, em segunda e última convocação trinta minutos após, nas dependências do Grande Templo, na sala do Presidente do Conselho Curador, sito à Avenida Alexandre Ferronato, s/n – esquina com a Rua Rute de Souza Silva – Grande Templo – SINOP – MT, para tratar da seguinte pauta:</p>
<p>a) – Diretrizes da Educação Cristã nas Assembleias de Deus no Estado de Mato Grosso;<br />
b) – Cronograma de ações para a transformação da Escola Evangélica Missionário Gunnar Vingren em mantida pela Fundação Cantares de Salomão;<br />
c) – Cronograma de ações para a transformação da Escola Teologia das Assembleias de Deus em mantida pela Fundação Cantares de Salomão;<br />
d) – Aprovação das contas, balanços, relatórios de atividades do ano de 2010 da Fundação Cantares de Salomão;<br />
e) – Criação do Divisão de Marketing e Apoio Cultural, da Fundação Cantares de Salomão;<br />
f) – Elaboração do Calendário Oficial de comemorações da Fundação Cantares de Salomão, Rádio Evangélica Educativa “O Nazareno” e Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão;<br />
g) – Aprovação do Regimento Interno da Rádio Evangélica Educativa “O Nazareno”;<br />
h) – Aprovação do Regimento Interno do Programa de Concessão de Bolsas de Estudo do Ensino Superior da Fundação Cantares de Salomão;<br />
i) – Criação do Fundo de Reservas e Incentivo de Concessão de Bolsas de Estudo de Ensino Superior da Fundação Cantares de Salomão;<br />
f) – Projetos de Criação dos Cursos da FEICS;<br />
g) – Orçamento das FEICS para o de 2012;<br />
h) – Outros Assuntos de relevância e que foram previamente incluídos nesta pauta, por deliberação da maioria presente.</p>
<p>Cuiabá – MT, 25 de outubro de 2.011.</p>
<p>Sebastião Rodrigues de Souza<br />
<strong>Presidente do Conselho Curador da Fundação Cantares de Salomão</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>EDITAL DE CONVOCAÇÃO &#8211; Sindicato das Instituições Beneficentes, Religiosas  e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/edital-de-convocacao-sindicato-das-instituicoes-beneficentes-religiosas-e-filantropicas-do-estado-de-mato-grosso/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 11:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fcs.org.br/?p=174</guid>
		<description><![CDATA[EDITAL DE CONVOCAÇÃO O Presidente em exercício do Sindicato das Instituições Beneficentes, Religiosas  e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso,  no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto da Entidade, convoca  os Representantes das Instituições Beneficentes,  Religiosas e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso, associados quites com suas obrigações sociais para comparecer à Assembléia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>EDITAL DE CONVOCAÇÃO</strong></p>
<p>O Presidente em exercício do Sindicato das Instituições Beneficentes, Religiosas  e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso,  no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto da Entidade, convoca  os Representantes das Instituições Beneficentes,  Religiosas e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso, associados quites com suas obrigações sociais para comparecer à Assembléia Geral Ordinária,  <strong><em>a realizar se no dia 09  de Novembro de 2011, às 10h00min. </em></strong> em primeira convocação, em segunda e última convocação 30 minutos após, nas dependências da organização religiosa situada no município de Sinop, à Rua das Castanheiras, nº84, CEP:78.550-000, Sinop, MT, para tratar da seguinte pauta:</p>
<p>a).- Debates sobre previdência social publica e o benefício de prestação continuada para deficientes e idosos;<br />
b).-  Ratificar os atos da Diretoria Executiva e de todas as decisões tomadas pela Assembléia Geral no período de 12 de novembro de 2003 até o dia 09 de novembro de 2011;<br />
c).- Alteração dos estatutos sociais para adequação ao novo Código Civil Brasileiro;<br />
d).- Eleição da Diretoria Executiva nos termos do novo estatuto a ser aprovado pela Assembleia Geral;<br />
e).- Outros Assuntos de relevância e que forem previamente incluídos nesta pauta, por deliberação da maioria presente.</p>
<p>CUIABÁ, MT, 05 de outubro  de 2011</p>
<p>Alfredo Nilo da Silva<br />
Presidente do Sindicato das Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas do Estado de Mato Grosso</p>
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		<title>O marketing do empreendedorismo: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 13:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com trabalho árduo pode-se conquistar tudo. Não é bem assim. Por traz de todo homem de sucesso, existem duas histórias: uma real e outra &#8220;mitológica&#8221; Por Daniel Rodrigo Bastreghi, www.administradores.com.br Com trabalho árduo pode-se conquistar tudo. Não é bem assim. Por traz de todo homem de sucesso, existem duas histórias: uma real e outra &#8220;mitológica&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com trabalho árduo pode-se conquistar tudo. Não é bem assim. Por traz de todo homem de sucesso, existem duas histórias: uma real e outra &#8220;mitológica&#8221;</p>
<p style="text-align: right;">Por Daniel Rodrigo Bastreghi, www.administradores.com.br</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Com trabalho árduo pode-se conquistar tudo. Não é bem assim. Por traz de todo homem de sucesso, existem duas histórias: uma real e outra &#8220;mitológica&#8221;.</p>
<p>Tenho andado atento ao movimento dos comércios de Curitiba. Notei a enorme quantidade de negócios que encerram suas atividades, vagando seus imóveis para que novos empreendimentos se instalem. Por traz de cada empresa permanentemente fechada, há um sonho desfeito. Trata-se de um ciclo triste e bastante comum, como mostram as pesquisas sobre a mortalidade das empresas brasileiras.</p>
<p>Os brasileiros são constantemente bombardeados por mensagens motivacionais sobre empreendedorismo. Cada vez mais pessoas compram a fantasia de que o sucesso depende exclusivamente de uma boa idéia e trabalho árduo. Publicações como &#8220;Quem pensa enriquece&#8221; de Napoleon Hill reforçam a traiçoeira idéia do self-made man. Self-made man é um termo americano que se refere à pessoas que atingiram o sucesso por seus próprios esforços, sem recursos e ajuda. Será que uma pessoa pode conquistar o que quiser desde que trabalhe intensamente? O trabalho dedicado é o único ou principal ingrediente do sucesso?</p>
<p>O sucesso tornou-se um imperativo em nossa sociedade. &#8220;Vencer na vida&#8221;, seja lá o que isso significa, é uma necessidade. O mercado criou padrões de sucesso, assim como fez para a beleza e para a felicidade. Existe um jeito &#8220;certo&#8221; para ser belo, para ser feliz e para alcançar o sucesso. Assimilados os padrões de perfeição, iniciamos uma busca eterna para conquistá-la. Assim como a mídia e o mercado oferecem bens que contêm &#8220;sucesso&#8221; (carro importado, uma bela casa, etc.), também apresentam histórias de pessoas que venceram. O padrão de sucesso é bem claro: um homem luta contra enormes adversidades e conquista o poder (seja ele financeiro, político, etc.), por meio de suas habilidades únicas.</p>
<p>De modo geral, a mídia nos traz histórias verdadeiras, porém incompletas de cada self-made man. Muitas vezes, as próprias pessoas de sucesso desconhecem ou ignoram o quanto foram ajudadas, ora pela sorte, ora pelo simples fato de terem nascido em uma cultura diferente. Todavia, boa parte delas foi beneficiada por oportunidades e coincidências mínimas, mas poderosas dependendo do momento em que surgem.</p>
<p>Há certa fantasia em cada história de sucesso e quem afirma isso é Malcolm Gladwell. Para quem não o conhece, Gladwell é colunista do The New Yorker e foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela Revista Times, em 2005. No livro Outliers, ele tece uma argumentação bem fundada sobre elementos que contribuíram para o sucesso de jogadores da liga canadense de hóquei, advogados bem sucedidos de Nova York, os Beatles, o magnata da informática Bill Gates e até de grupos étnicos. Suas explicações giram em torno de legados culturais, oportunidades disfarçadas de desafios e atitudes de dedicação intensa, em função de um trabalho significativo.</p>
<p>Como exemplo, citemos a história de Bill Gates. Gates nasceu em uma família de classe média de Seatle. Desde a adolescência, desenvolvia softwares e se mostrava um garoto prodígio em matemática e computação. Ele foi admitido na Universidade Havard, mas abandonou o curso no 3º ano para fundar a Microsoft, aos 19 anos, em 1975. Foi o homem mais rico do mundo por vários anos consecutivos. Este é um breve resumo da história que todos conhecem e que a mídia constantemente mostra, mas ela não conta tudo.</p>
<p>No início, os computadores eram do tamanho de salas e podiam custar milhões. Computadores eram muito raros e o acesso a eles era extremamente difícil. Naquela época, utilizava-se um sistema de entrada de dados conhecido como cartão perfurado. Marcava-se cada linha de código em cartões com uma perfuradora. Um programador entregava uma pilha de cartões a um operador que inseria os dados e os executava. Um programa poderia conter milhares de linhas. Além disso, os computadores eram mono-tarefa. Formavam-se filas de requisições e os programadores esperavam por horas ou dias para pegar seus cartões de volta. Caso houvesse um erro no programa, era necessário recomeçar todo o processo. Programar era complexo, lento e chato. Por isso, era pouquíssimo provável que um adolescente quisesse tonar-se um programador.</p>
<p>Em meados de 1960, os computadores tornaram-se multitarefa. Só então foi possível criar centenas de terminais e conectá-los a um mainframe por uma linha telefônica. Deste modo, todos podiam trabalhar simultaneamente. Mesmo assim, o uso dos mainframes era cobrado por hora, o que não era barato. Quando adolescente, Gates foi transferido para uma escola particular, onde, um ano depois de sua chegada, foi inaugurado um clube de informática. Isso ocorreu em 1968, quando a grande maioria das faculdades ainda não possuía computadores. Gates não chegou a utilizar o sistema de cartões perfurados, ainda bastante comuns em 1968, mas um moderno terminal de tempo compartilhado ligado a um mainframe. Rapidamente, Gates e seus amigos esgotaram os recursos da escola destinados a locação do terminal. No entanto, por um golpe de sorte, a mãe de um de seus amigos era sócia de uma empresa chamada C-Cubed que alugava horas de computador. Ela ofereceu a possibilidade de uso grátis do mainframe, em troca de testes nos sistemas da C-Cubed.</p>
<p>A C-Cubed faliu. Gates e seus amigos passaram a usar o centro de computação da Universidade de Washington entre três e seis da madrugada, período de ociosidade dos equipamentos. Depois, recorreram à empresa ISI Inc. que lhes forneceu acesso livre ao computador em troca de trabalhos de desenvolvimento de software.</p>
<p>Como se pode ver, Gates teve uma série de oportunidades para desenvolver seus conhecimentos de computação em uma época em que pouquíssimos tinham acesso a um computador. Isso lhe deu uma habilidade extremamente escassa e de forte demanda. Se alguma dessas oportunidades não tivesse ocorrido, Gates teria desenvolvido suas competências a tempo de destacar-se? Se mais pessoas tivessem tido acesso a terminais, teríamos mais histórias como a de Gates?</p>
<p>Outro fator intrigante permeia a história de Gates. A lista a seguir traz pessoas bem sucedidas da área de informática, programadores, fundadores, diretores e executivos de empresas como Microsoft, Apple, Novell, Sun e Google. São referências mundiais. Repare suas datas de nascimento.</p>
<p>Nome Nascimento</p>
<p>Bill Gates 28 de outubro de 1955<br />
Paul Allen 21 de janeiro de 1953<br />
Steve Ballmer 24 de março de 1956<br />
Steve Jobs 24 de fevereiro de 1955<br />
Eric Schmidt 27 de abril de 1955<br />
Bill Joy 8 de novembro de 1954<br />
Scott MacNealy 13 de novembro de 1954<br />
Vinod Khosla 28 de janeiro de 1955<br />
Andy Bechtolsheim 30 de setembro de 1955</p>
<p>Em 1975, surgiu o PC. Os computadores tornaram-se pequenos e baratos. Foi a explosão da computação, a grande oportunidade para as empresas de tecnologia. No entanto, para aproveitar esta onda, seria necessário ter conhecimento acumulado e estar disposto a empreender. Não poderia ser alguém velho demais, já limitado por responsabilidades familiares ou preso a paradigmas da velha computação. Também não poderia ser alguém novo demais, cujas habilidades ainda estariam em formação. O ideal seria ter seus 20 e poucos anos de idade em 1975, assim como as pessoas constantes na lista acima. Todos nasceram entre 1953 e 1956.</p>
<p>Se você ainda não está convencido, trago mais um fato. A Revista Forbes publicou uma lista com as 75 pessoas mais ricas da humanidade. Ela atualizou o patrimônio de bilionários de tempos antigos (entre eles reis e faraós) e contemporâneos e os colocou em um ranque. Destes, 14 (quase 20%) são americanos nascidos em um período de 9 anos, entre 1831 e 1840, dentre eles John D. Rockfeller, Andrew Carnegie, George Pullman e J. P. Morgan. Coincidência? Ou o fato de ser um adulto, com habilidades desenvolvidas, valores morais orientados ao trabalho e a ambição, vivendo um período de forte crescimento econômico em um país democrático, com mão de obra abundante constituiu uma grande oportunidade?</p>
<p>Vejamos um caso brasileiro. Em diversos sites encontramos a história de Alexandre Tadeu da Costa, um rapaz de família humilde. Seu pai era tecelão e sua mãe revendia produtos por catálogos, como cosméticos, Tupperware, lingerie, roupas e chocolates. Esse último, porém, tinha constantes problemas com fornecedores e a família decidiu interromper sua comercialização. Aos 17 anos, Alexandre afastou-se dos negócios da família e decidiu comercializar os chocolates por conta própria. Conseguiu alguns pedidos que o forçaram a trabalhar intensamente para honrar o compromisso, acumulando horas de experiência. Em 1988, Alexandre fundou a Cacau Show, utilizando-se do lucro dos pedidos iniciais (US$ 500) e de uma sala de 12m² dentro da empresa de seus pais.</p>
<p>Quantas oportunidades há aí? Podemos citar o fato de Alexandre ter nascido em uma família de empreendedores, o que lhe conferiu a habilidade de negociar, vender, administrar um negócio, mesmo que minimamente. Alexandre herdou o legado cultural de uma família de comerciantes. Ele também pôde se beneficiar de um produto cuja comercialização estava relativamente estruturada, sua mãe já comercializava chocolates. Possivelmente, ele também pôde contar com alguns recursos da empresa de seus pais, o que deve ter reduzido ou eliminado custos fixos, dando tranquilidade e rentabilidade a qualquer micro-empresa. É provável também que tenha usufruído de assessorias contábeis e jurídicas de seus pais e/ou fornecedores da família. Com tais auxílios, Alexandre pôde praticar e desenvolver seu talento como administrador.</p>
<p>É claro que isso não diminui o mérito de Alexandre, Bill Gates ou dos magnatas americanos. Eles certamente tiveram de aprender e trabalhar muito para que suas empresas crescessem. Porém, como se vê, as histórias de sucesso podem ser contadas de forma completa ou de forma mitológica.</p>
<p>Há padrões claros para o sucesso e como em todo padrão, há exceções. No geral, os homens de sucesso se beneficiaram de uma série de oportunidades, de proporções variadas que, através do trabalho duro, foram convertidas em grandes empreendimentos. Esta teoria não elimina a explicação do trabalho árduo, mas traz novos elementos para entender o sucesso.</p>
<p>O marketing do empreendedorismo nos conta que o sucesso é resultado do trabalho duro, mas esconde elementos igualmente importantes para explicar porque alguns negócios prosperam e outros não.</p>
<p>É comum ouvirmos que brasileiros têm espírito empreendedor. Porém, há uma diferença monumental entre empreender movido por um forte senso de realização e empreender por necessidade ou incapacidade de subordinação. Somos o país com maior índice de distância hierárquica, segundo a pesquisa de Hofstede. Isso significa que, de modo geral, o brasileiro é altamente dependente das decisões de seus superiores e dificilmente manifesta-se quando discorda de algo. Pela inabilidade em se relacionar com seus superiores, os brasileiros sonham com o dia que serão seus próprios patrões. No livro &#8220;Empreender fazendo a diferença&#8221;, Gerber expõe de modo simples e objetivo, os motivos certos e errados que nos levam a empreender. Ele utiliza os termos &#8220;mito&#8221; e &#8220;surto&#8221; para referir-se a visão fantasiosa que comumente empreendedores de primeira viagem têm. Na maioria, empreendedores brasileiros apenas sonham em sapatear na mesa do chefe, não em construir uma empresa.</p>
<p>Aos empreendedores iniciantes, fica a lição de que prosperar não depende somente da dedicação intensa, mas também das variáveis de ambiente, das competências acumuladas e de valores morais e culturais. Aos vencedores, fica a lição de humildade e agradecimento pelos pequenos auxílios que possibilitaram a ascensão. Adizes, em seu modelo de ciclo de vida organizacional, reporta certo ar de arrogância comum em empreendedores que atingem um estágio inicial de sucesso, o que pode lhes ser muito prejudicial.</p>
<p>Agora, talvez você analise de outra forma as histórias dos self-made men. Talvez você perceba outras coisas além de trabalhar duro, identificando melhor quais oportunidades eles agarraram e você pode agarrar.</p>
<p>&#8220;A sorte favorece a mente bem preparada&#8221;<br />
Louis Paster</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: www.administradores.com.br</p>
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		<title>Mudanças no FIES por causa da Lei que institui o PRONATEC</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/mudancas-no-fies-por-causa-da-lei-que-institui-o-pronatec/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 12:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi publicada no Diário Oficial da União deste dia 27 de outubro a Lei n° 11.513, que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. Além de criar o PRONATEC a norma modifica vários artigos do FIES que, apesar de manter a sigla, passa a ser denominado Fundo de Financiamento Estudantil (antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana;">Foi publicada no Diário Oficial da União deste dia 27 de outubro a Lei n° 11.513, que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Além de criar o PRONATEC a norma modifica vários artigos do FIES que, apesar de manter a sigla, passa a ser denominado Fundo de Financiamento Estudantil (antes era chamado de Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).</span></p>
<p>O financiamento poderá beneficiar estudantes matriculados em cursos da educação profissional e tecnológica, bem como em programas de mestrado e doutorado com avaliação positiva.</p>
<p>Segundo a lei são considerados cursos de graduação com avaliação positiva, aqueles que obtiverem conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior &#8211; SINAES, de que trata a Lei n<span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span>10.861, de 14 de abril de 2004. Os cursos que não atingirem a média referida  ficarão desvinculados do FIES sem prejuízo para o estudante financiado.</p>
<p>Há outras mudanças, inclusive na legislação que rege o FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador e do Programa de Bolsas para Educação pelo Trabalho.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>(IPAE 137- 10/11)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dados sobre a Educação em Cuiabá &#8211; 2010</title>
		<link>http://www.fcs.org.br/dados-sobre-a-educacao-em-cuiaba-2010/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 15:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>profjoaocesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[CUIABA População: 551.098 (2010) População em idade escolar:123.422 (2010) PIB (R$ 1.000,00): R$ 9.014.928,98 (2008) Renda Média (R$): R$ 442,10 (2000) Fonte: IBGE &#8211; http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-no-brasil/numeros-do-brasil/dados-por-municipio/municipio/mt/cuiaba/ Números e informações referentes a: 2010 - 5 METAS Meta 3: Desempenho 4ª/5º EF &#8211; Port. 4ª/5º EF &#8211; Mat. 8ª/9º EF &#8211; Port. 8ª/9º EF &#8211; Mat. 3ª EM &#8211; Port. 3ª EM [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CUIABA</strong></p>
<p>População: 551.098 (2010)<br />
População em idade escolar:123.422 (2010)<br />
PIB (R$ 1.000,00): R$ 9.014.928,98 (2008)<br />
Renda Média (R$): R$ 442,10 (2000)</p>
<p>Fonte: IBGE &#8211; <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-no-brasil/numeros-do-brasil/dados-por-municipio/municipio/mt/cuiaba/">http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-no-brasil/numeros-do-brasil/dados-por-municipio/municipio/mt/cuiaba/</a></p>
<p>Números e informações referentes a: 2010 -</p>
<p><strong><a title="5 Metas">5 METAS</a></strong></p>
<p><strong>Meta 3: Desempenho</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>4ª/5º EF &#8211; Port.</strong></td>
<td><strong>4ª/5º EF &#8211; Mat.</strong></td>
<td><strong>8ª/9º EF &#8211; Port.</strong></td>
<td><strong>8ª/9º EF &#8211; Mat.</strong></td>
<td><strong>3ª EM &#8211; Port.</strong></td>
<td><strong>3ª EM &#8211; Mat.</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiabá</strong><strong> (2007)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">20,4 %</p>
</td>
<td>15,3 %</td>
<td>10,3 %</td>
<td>6,1 %</td>
<td>-</td>
<td>
<p style="text-align: center;">-</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">
<p style="text-align: left;">Mato Grosso   (2009)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">31,7 %</p>
</td>
<td>27,7 %</td>
<td>23,9 %</td>
<td>12,7 %</td>
<td>21,0 %</td>
<td>
<p style="text-align: center;">6,0 %</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">40,2 %</p>
</td>
<td>36,2 %</td>
<td>27,8 %</td>
<td>15,6 %</td>
<td>29,5 %</td>
<td>
<p style="text-align: center;">10,4 %</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">34,2 %</p>
</td>
<td>32,6 %</td>
<td>26,3 %</td>
<td>14,8 %</td>
<td>28,9 %</td>
<td>
<p style="text-align: center;">11,0 %</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a> </a></p>
<p><strong><a title="Dados Populacionais">DADOS POPULACIONAIS</a></strong></p>
<p><strong>Crianças cujos pais têm menos de 4 anos de estudo</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Pai</strong></td>
<td><strong>Mãe</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2004)</strong></td>
<td>14,4 %</td>
<td>11,2 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2006)</td>
<td>21,9 %</td>
<td>12,1 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2006)</td>
<td>16,3 %</td>
<td>10,7 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2006)</td>
<td>23,5 %</td>
<td>16,8 %</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>População</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2010)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: left;">551.098</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>3.035.122</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>14.058.094</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>190.755.799</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
População em idade escolar</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>0 a 3 anos</strong></td>
<td><strong>4 a 6 anos</strong></td>
<td><strong>7 a 14 anos</strong></td>
<td><strong>15 a 17 anos</strong></td>
<td><strong>Total 4 a 17 anos</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2010)</strong></td>
<td>32.266</td>
<td>24.602</td>
<td>69.557</td>
<td>29.263</td>
<td>123.422</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>193.087</td>
<td>153.112</td>
<td>433.436</td>
<td>174.505</td>
<td>761.053</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>841.050</td>
<td>668.100</td>
<td>1.932.240</td>
<td>766.923</td>
<td>3.367.263</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>10.925.893</td>
<td>8.696.672</td>
<td>26.309.730</td>
<td>10.357.874</td>
<td>45.364.276</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
População escolar (4-17) / população total</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2010)</strong></td>
<td>22,4 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>25,1 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>24,0 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>23,8 %</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a> </a></p>
<p><strong><a title="Escolaridade">ESCOLARIDADE</a></strong></p>
<p><strong>Matrículas</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Creche</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Pré-Escola</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos iniciais</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos finais</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ensino Médio</strong></p>
</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2009)</strong></td>
<td>8.122</td>
<td>
<p style="text-align: center;">11.944</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">41.744</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">38.536</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">26.740</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2009)</td>
<td>33.746</td>
<td>
<p style="text-align: center;">70.921</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">272.654</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">236.515</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">140.665</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2009)</td>
<td>131.125</td>
<td>
<p style="text-align: center;">286.324</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">1.236.140</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">1.051.516</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">600.949</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2009)</td>
<td>1.896.363</td>
<td>4.866.268</td>
<td>
<p style="text-align: center;">17.295.618</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">14.409.910</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">7.966.794</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
<p><a> </a></p>
<p><strong><a title="Fluxo e Eficiência">FLUXO E EFICIÊNCIA</a></strong></p>
<p><strong>Alunos no turno noturno (%)</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos iniciais</strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos finais</strong></td>
<td><strong>Ensino Médio</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2007)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">13,6 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">13,4 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">36,4 %</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">0,1 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">1,5 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">37,7 %</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">0,5 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">3,2 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">32,3 %</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">0,4 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,4 %</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">37,0 %</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
Média de alunos por turma e horas-aula diárias</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Creche</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Pré-Escola</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos iniciais</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos finais</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>Ensino Médio</strong></p>
</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Média de alunos   por turma (2010)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">27,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">19,9</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">23,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">28,3</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">32,9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">21,2</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">19,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">21,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">24,6</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">28,0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">17,8</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">18,9</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">23,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">28,0</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">30,6</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">15,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">19,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">24,6</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">29,0</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">32,4</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%"><strong>Média de   horas-aula diária (2010)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">10,8</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,2</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,3</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">8,9</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,3</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,2</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">8,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,7</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,6</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">7,8</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,7</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,4</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,6</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,6</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
Taxas de aprovação, abandono, evasão, promoção, repetência, reprovação e distorção idade-série</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos iniciais</strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos finais</strong></td>
<td><strong>Ensino Médio</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Taxa de distorção   idade-série (2010)</strong></td>
<td>10,3 %</td>
<td>21,1 %</td>
<td>31,7 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>12,9 %</td>
<td>24,6 %</td>
<td>35,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>15,0 %</td>
<td>28,5 %</td>
<td>33,2 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>18,5 %</td>
<td>29,6 %</td>
<td>34,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%"><strong>Taxa de abandono   (2010)</strong></td>
<td>0,5 %</td>
<td>1,6 %</td>
<td>9,8 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>0,7 %</td>
<td>1,6 %</td>
<td>11,2 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>1,1 %</td>
<td>4,4 %</td>
<td>10,7 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>1,8 %</td>
<td>4,7 %</td>
<td>10,3 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%"><strong>Taxa de aprovação   (2010)</strong></td>
<td>97,0 %</td>
<td>93,5 %</td>
<td>72,6 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>95,7 %</td>
<td>93,9 %</td>
<td>71,6 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>91,5 %</td>
<td>84,2 %</td>
<td>74,0 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>89,9 %</td>
<td>82,7 %</td>
<td>77,2 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%"><strong>Taxa de   reprovação (2010)</strong></td>
<td>2,5 %</td>
<td>4,9 %</td>
<td>17,6 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2010)</td>
<td>3,6 %</td>
<td>4,5 %</td>
<td>17,2 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2010)</td>
<td>7,4 %</td>
<td>11,4 %</td>
<td>15,3 %</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>8,3 %</td>
<td>12,6 %</td>
<td>12,5 %</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a> </a></p>
<p><strong><a title="Qualidade">QUALIDADE</a></strong></p>
<p><strong>Prova Brasil (desempenho médio)</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>4ª/5º EF &#8211; Port.</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>4ª/5º EF &#8211; Mat.</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>8ª/9º EF &#8211; Port.</strong></p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;"><strong>8ª/9º EF &#8211; Mat.</strong></p>
</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2009)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">174,8</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">190,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">237,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">238,2</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a> </a></p>
<p><strong><a title="Índices">ÍNDICES</a></strong></p>
<p><strong>IDEB</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<thead>
<tr>
<td width="28%"><strong> </strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos iniciais</strong></td>
<td><strong>Ens. Fundamental &#8211; anos finais</strong></td>
<td><strong>Ensino Médio</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2009)</strong></td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">-</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,9</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,3</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">3,2</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,9</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,1</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">3,5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2009)</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,6</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">4,0</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: center;">3,6</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><a title="Recursos">RECURSOS</a></strong></p>
<p><strong>Produto Interno Bruto (PIB)</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2008)</strong></td>
<td>R$ 9.014.928,98</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2008)</td>
<td>R$ 53.023.274,00</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2008)</td>
<td>R$ 279.015.092,00</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2010)</td>
<td>R$ 3.674.964.382,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
Renda Domiciliar Per Capita</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="28%"><strong>Cuiaba (2000)</strong></td>
<td>R$ 442,10</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Mato Grosso   (2009)</td>
<td>R$ 616,00</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Região   Centro-oeste (2009)</td>
<td>R$ 756,00</td>
</tr>
<tr>
<td width="28%">Brasil (2009)</td>
<td>R$ 632,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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